Nesta pós-modernidade, o homem vem sofrendo com as famosas "crises de identidade" e isso nos faz questionar qual é o real currículo que estamos formando. A importância desta ferramenta como uma atividade de questionamento, problematização e intervenção vem sendo deixada de lado e passa a ser um reprodutor de padrões de conduta.
Os Estudos Culturais vêm como uma forma de compreensão e como oportunidade de modificar as práticas educacionais.
No texto "Ameba, Real, Chinesa, Baleado: protagonizando jogos de queimada", o autor buscou nos próprios alunos a sua temática de aula. Fez com que trabalhassem para resolver conflitos do jogo "queimada" que haviam escolhido (conflitos como os nomes das queimadas e suas variações; o jogo não integrar todos da mesma maneira; desentendimentos; etc).
Com essa dinâmica, o professor constatou que seus alunos passaram a respeitar melhor a expressão dos colegas nas vivências e buscaram diversos posicionamentos, articulando-os coletivamente para chegarem em um consenso.
No final do texto, ele ressalta: "necessitamos mapear as práticas pedagógicas para que se possa questionar o modo como a escola tem legitimado certos saberes".
A manipulação para que os preconceitos e os saberes não mudem estão no currículo que agora pretendem mudá-lo logo que estão notando uma articulação na educação e não querem nenhum tipo de mudança que prejudique a minoria. O que acham da atitude desse professor?
Queria um dia ter tido alguém que me ensinasse a ver a Educação Física com outros olhares como agora vejo através dessas histórias.
Beijocas :)
Thaís Monteoliva

Achei muito interessante a maneira como esse professor retratou a queimada e até mesmo a educação física. Fiquei curiosa a saber qual a idade dessas crianças?
ResponderExcluirSão crianças da 5ª série, então devem ter entorno de 9 a 11 anos no maximo, acredito eu... kkk
Excluir147980- É muito interessante o quanto se pode ampliar a visão daquilo que faz parte ou não da nossa cultura, olhando através de diferentes ângulos.
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