segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Articulação de registro e Avaliação Final.



           Para finalizar nossos estudos sobre os encaminhamentos, vamos falar sobre como é importante REGISTRAR em: fotografias, escrita, blog, vídeos, música, etc. e anotar o que acontece durante as aulas, anotações essas que são necessárias para ACOMPANHAR e AVALIAR o desenvolvimento da didática e do aluno.
Pensando que cada sujeito é ÚNICO, uma avaliação processual e individual deve ser direcionada a cada educando considerando todo o seu PERCURSO. Além disso, é importante a avaliação também ser direcionada ao professor; ou seja, os alunos dão um feedback para ele, sobre sua didática, avaliação e aulas...


Dentro da nossa proposta, pensamos em finalizar os registros com as avaliações físicas dos 2 alunos voluntários que foram escolhidos no começo da nossa prática à partir da ampliação, quando mostramos a “ficha de avaliação” e acordamos com eles esse processo, também retomar algumas fotos que foram tiradas durante as aulas e junto com as palavras iniciais que coletamos, formar a “NUVEM DE PALAVRAS”. Lembrando que os registros se dão em todas as etapas e o professor precisa estar atento e demonstrar um olhar INVESTIGATIVO com o que acontece durante suas aulas.
Partindo para a parte avaliativa do conteúdo a gente propôs primeiramente uma “AUTOAVALIAÇÃO”, com perguntas abertas sobre a relação pessoal e atuação durante as aulas, aqui queremos que o aluno REFLITA sobre sua ATITUDE e compromisso que teve com a disciplina, avaliando a si mesmo com um conceito final de: “satisfatório”, “regular” ou “insatisfatório”. Passando para avaliação do conteúdo, se o objetivo foi cumprido, como foi a exposição das aulas, sempre com PERGUNTAS ABERTAS e ao final uma avaliação do professor e sua equipe de orientação, com os mesmos conceitos.
Para finalizar, ressaltamos que o professor expressa quem ele é a partir de seus registros por isso é importante que estejam bem organizados e dispostos com ATENÇÃO a cada um, seu DESENVOLVIMENTO PESSOAL e didática, fazendo da avaliação final um importante instrumento de reflexão pro educador e educando pensar sua prática de ENSINO-APRENDIZAGEM.
            



            Para finalizar a abordagem da avaliação, vamos compartilhar aqui uma imagem tirada da parede da Faculdade de Educação da UNICAMP nessa semana, onde mostra uma exposição de alunos do Ensino Fundamental ecom suas palavras e ideias sobre “avaliação”:


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Aprofundando a temática MUSCULAÇÃO



         Aprofundando um pouco no conhecimento da musculação, precisamos ANALISAR quais os reflexos sociais e estéticos que essa prática causa para a nossa sociedade e como exemplo, gostaríamos de expor uma foto e perguntar para vocês, antes de seguirmos: “VOCÊ ACHA QUE ESSE PODE SER CONSIDERADO UM CORPO SAUDÁVEL???”



(foto retirada da Internet)

 

Esse é o FISICULTURISTA Mateus Ferraz, com 23 anos e ATUAL CAMPEÃO PAULISTA E BRASILEIRO DE MUSCULAÇÃO(2016), que era conhecido no exterior onde também disputava competições... Isso mesmo, disputava, pois infelizmente ele morreu, recentemente no dia 23/09/2016. Mateus deu entrada no hospital com falta de ar, mas a suspeita de acordo com o cardiologista que atendeu o rapaz foi de que ele tenha feito o uso excessivo de anabolizantes, confirmado por familiares.
Não estamos aqui para condenar ninguém, mas com essa notícia queremos trazer uma REFLEXÃO para o uso indiscriminado de anabolizantes nesse esporte e dar atenção à algumas doenças que surgem em busca de um “corpo perfeito”.


  • Anorexia
  • Bulimia
  • Vigorexia

Nossa sociedade nos IMPÕE padrões através da mídia, moda, cosméticos e consumo, que nos aprisionam psicologicamente e podem levar à doenças e até a morte.
O sentimento de não pertencimento a esses padrões leva cada vez mais indivíduos a buscarem métodos nem sempre saudáveis para tal e quando o objetivo não é alcançado, pode levar inclusive essa pessoa à DEPRESSÃO, ABUSO DE ANABOLIZANTES, ANOREXIA, BULIMIA entre outros problemas psicológicos. Nesse sentido é preciso uma autocrítica e constante luta para desconstruir padrões e nos libertarmos de conceitos moldados. Outra questão que se faz atual e surge com esse preconceito, é a GORDOFOBIA, mais um exemplo de DISCRIMINAÇÃO E PRECONCEITO por um corpo que não se encaixa à esse tipo de estética hegemônica.


Numa prática, gostaríamos de retomar a ampliação e lembrarmos que todes nós temos corpos diferentes e únicos e, enquanto educadores, possibilitar o debate para a quebra de padrões impostos, através de ferramentas que potencializem a desconstrução/construção dos educandos, fazendo assim valorizar os indivíduos e desconstruir a valoração que atribuímos a essas diferenças (ou seja, valorizar as diferenças e não dar valor à elas).